Sobre não querer mais bichos.
Era uma vez 4 da manhã e eu larguei o runescape porque minha cadela estava aparentemente derrubando tudo no quintal a procura de um lugar para parir. Desci, deixei ela entrar dentro de casa e arrumei um lugar pra ela sentir as contrações em paz. Minha cadelinha é boazinha, tem cadelas que não gostam que ninguém fique perto nessas horas. Mas eu fiquei com ela, vi as contrações, como ela precisava a lamber a "pikachu" mas tava muito gordinha pra isso. Ela até subiu em cima de uma mala que tinha no chão pra fazer seu "ninho" lá, meu desespero por ela não querer sair de jeito nenhum, e meu desespero porque eu ouviria bronca, meu desespero quando eu vi a cara de desespero dela quando ela estava gravida e caindo da mala porque eu no meu desespero tive que puxar. êeeeee..
É uma coisa bem trágica de se ver, quando chega uma contração e você praticamente vê a cara de dor dela, e de como ela fica mudando de posição, deita, estica, agacha. E então você como definitivamente tem alguma coisa ali atrás, e depois você começa a ver uma coisinha preta saindo de lá. 1,2,3 cara de dor, tadinha, tadinha. E aí finalmente sai, uma coisa toooda pretinha e pequena, da sempre aquela impressão "ain, ta morto? D:" lambe lambe lambe, tipo lambe muuuito, esse ja saiu chorando, parece mais miado. Ok, agora hora de mamar, né, mama... maaaaaaaaaaaaaamaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Peguei, tentei colocar ele no peito, mas filhotinhos pequeninos e cegos são tãaaao teimosos, se mexem muito, MUITO, a cabecinha pacpacpacpac, não para de mexer, ela tentava mamar, na orelha, no nariz, mas nada de peito, e eu lá super agoniada.
Pelo menos as coisas estavam mais tranquilas, deu até pra pesquisar um pouco sobre nascimento de filhotes, em um lugar falava sobre enquanto a mãe estivesse tendo outro, era pra pegar os que já estavam lá e colocar num lugar separado. Peguei a tampa da caixa da Bluebox pra isso e coloquei uma toalhinha. Lilica já tinha começado a sentir contrações pro próximo então peguei o baby que não sabia mamar e botei na tampa em cima da cama, mas aí "the mother" ficou procurando o baby maravilha, então coloquei a tampa no chão só to tipo "olha aqui, garota, seu baby ta aqui" rsssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss.... rsrsrsrsrssssssssss porque o que ela fez foi se aninhar na droga da tampa que é tipo metade do tamanho dela, e eu fiquei tipo wtfffffffffffffffff sai daí peloamordeusssssssssssssssssssss, foi a mesma coisa com a mala, ela não queria sair, mas acabou saindo depois. Aí eu peguei a coisinha fofa e fiquei segurando com a mão mesmo, enquanto ela entrava em trabalho de parto novamente. Ele ficou quietinho *-* e ficou tentando mamar na minha camiseta, mas okay...
Então veio o segundo filhotinho, esse pude ver com mais detalhes todo o processo, como ele vem envolto no saquinho, e aí ela rompe com o dente, e também a ruptura do cordão umbilical e tudo mais. Nessa até saiu alguma coisa que manchou a toalha de verde.. Bem estranho. Essa também saiu toda pretinha, com exceção de um traço branco na barriga eem outros lugares. Ela saiu fazendo um barulhinho estranho de respiração, até virei ela de cabeça pra baixo e tals, uns tres minutos depois de nascer já estava mamando, e o primeiro nada.. Aí fiquei agoniada e fui jogar.
Por volta de umas sete, já tinham pessoas acordadas em casa, aí fui mostrar eles pra minha mãe, e quando cheguei lá, tinha outra bolinha preta saindo da pikachu. Saiu com traço branco na barriga também, fiquei preocupada com ela, ela ficava abrindo a boca, como se estivesse respirando pela boca, ou seilá, mas depois já tava mamando também. Depois disso voltei a jogar novamente, até que uma hora Lilica começou a chorar e eu fui super preocupada ver o que era, daí ela tava naquele jeito de cachorro querendo mostrar algo, e tipo na direção da cama, quando fui ver era um que tinha se enfiado debaixo da cama, tava chorando e ela não conseguia pegar, fui lá e ajudei. Aquilo me deixou com vontade chorar.
Quando era tipo umas nove horas resolvi que ia dormir, aí passei lá pra ver como estava, daí estavam os três amontoados e ela tava tendo outro, saindo pela pata, então logo já vi que era outro sem a macha branca na barriga, o resto do corpo ainda tava lá dentro e ela já estava mexendo as patas, eu tava com sono então nem me delonguei muito em olhar pra ela e tudo mais... Subi, dormi, 3 horas da tarde fui acordada por alguém me visitando, depois desci e meu cunhado foi logo falando "voce viu que tem um sem nariz?" e aí fiquei tipo "que? como? qual? é sério?". Fiquei pensando que teria sido a segunda que ficava abrindo a boca, mas eu não tinha notado nada de diferente, mas aí ele foi lá e me mostrou. Era a quarta, tinha um deformidade na região da boca e nariz, tão bonitinha. Pensei logo em "lábio leporino" e fui ver se isso existia em cachorros, vi que sim, em um lugar dizia que era um problema meramente estrutural e em outro mostrava um cachorrinho lindo, que tinha sobrevivido porque foi alimentado por sonda.
Olha que coisa linda!
Voltando à baby especial, não tenho certeza se é realmente caso de lábio leporino. Ela tinha uma carinha lindinha, emburradinha, parecia muito o grumpy cat, praticamente a grumpy dog, as extremidades da boca também tinham aquela puxadinha pra baixo. Meu cunhado dizia que ela não ia conseguir mamar porque se não, não conseguiria respirar. Ela não estava mamando, realmente, quando minha irmã chegou conseguiu de alguma forma fazer com que ela mamasse, ficamos até atrás de veterinário, mas de um sábado a tarde na minha cidade, não se arranja muita coisa.
Não é porque minha irmã tinha conseguido fazer ela mamar que ia ficar tudo bem, eu fiquei meio abalada com isso, pra mim ela ia acabar não sobrevivendo, eu queria criar significado e dar muito afeto para aquela baby especial. Mas eu não queria me envolver nessa coisa de esperança, esperar coisas é uma bosta gigante, eu odeio isso, minha irmã, como não mora aqui em casa, me pediu pra ficar indo sempre lá e tentar botar ela pra mamar e eu fiquei tipo "eu não consigo" e ela "você consegue, só é tentar" e eu fiquei nao,nao,nao, e meu cunhado perguntou se eu ia deixar que ela morresse, e eu fiquei tipo "sou desistente". Eu não quero ficar nesse negócio de botar esperanças em algo, o simples ato de tentar pra mim, significaria estar esperando e eu não queria.
Mas eu ajudava sim, claro, na medida do possível eu ia lá e tentava algo, mas eu gostava mais de agregar significado a ela, do tipo ficar olhando praquela pequena criaturinha e agregar existência, do tipo, seilá, não sei expressar o que é isso exatamente. Isso me lembra de um episódio de private practice, é meio que na mesma base, então talvez dê pra entender. S02e13, um paciente de Pete e Sam está morrendo e aí ele começa a demonstrar medo, ele não tinha mais nenhum conhecido vivo e fala "O mundo vai girar sem mim. Ninguém se lembrará que estive aqui. É como se... Eu nunca estivesse aqui" e aí Pete abraça ele e começa a falar "You were here" (Você esteve aqui) várias vezes, e continua mesmo depois que o homem morre, e Sam tem que fazer ele parar. Agregar significado, agregar existência.
Passou o primeiro dia, a gente fazendo ela mamar e tava indo bem, até vi ela mamando por conta própria. No domingo a noite fiquei embaixo no computador, todos já tinham ido dormir. Eu estava indo com frequência tentar botar ela pra mamar, eu arranjava um jeito de colocar o peito na boca, mas ela não estava puxando, então eu apertava pra ver se pelo menos saía dentro da boca dela, mas ela tava muito molinha e sonolenta, então deixei ela dormir e fui procurar receitas de leite pra filhotinhos e lendo os comentários. Não sou uma pessoa sádica nem má com animais, eu acho que eu tava com medo e louca então meu cérebro estava coletando tragédias contadas e fazendo com que eu quisesse rir, porque uma coisa é certa, se você procurar por receitas pra filhotes recém-nascidos de animais, você não vai encontrar coisas como vida e exuberância. (mas alguns eu acho que era gente perturbada inventando terrores do que aconteceu quando os filhotes tomaram aquilo). O fato é que a geladeira aqui estava quebrada, uma receita que parecia ser não matadora de filhotes precisava de creme de leite, e aí eu fiquei com medo de abrir pra tirar só uma colher de chá e depois deixar perdendo fora da geladeira. Então foi tipo "amanhã com o auxílio de alguém".
Decidi ir dormir, então onde eles estavam só pra dar uma olhada e ver se a baby tava respirando, uma mera checagem, simples do tipo "mm, ok, here i go", hahahaha, que piada, a essa altura é tão previsível. Claro, cheguei lá, olhei atentamente pra ver se a barriga se mexia, pega, olha, chora. Aí eu fui pra sala, e fiquei lá com ela, em algum momento Lilica veio, não sei se pela ausência de silêncio no meu choro ou por sentir falta do filhote, eu não sei o que cachorros fazem quando o bebê já não é mais recém nascido e morre, ainda come? Seilá, eu não queria saber, e também não queria soltar dela, então escondi ela com as mãos enquanto lilica olhava curiosa, depois ela foi e eu fiquei lá. Depois eu vi uma barata passar e não sabia o que eu fazia com o corpo, deixar na caminha com a mãe e aquela coisa imunda fazer uma visita ou seila.
Eu queria recordação então deixei ela no braço do sofá, tão imóvel, tão pequenininha e pretinha, parecia um pequeno morcego. Tirei foto de detalhes, das manchinhas brancas, marrons, dos olhinhos fechados, olhinhos que nunca se abririam. Foi um puta momento ruim, ta ligado o que é segurar algo que não tem mais vida nas mãos. Mas seila, primeiro é mais torpor, o peso concreto da morte evidente só cai depois, não que não aja sofrimento antes, é mais uma questão de percepção perante aquele corpo. Que nem quando minha prima faleceu, saber, velório, etc, tudo isso é momento de choro e sofrimento, mas o momento que eu comecei a chorar de repente e loucamente foi na hora que fecharam o caixão pra botar no carro funerário. É tipo a prova, a realidade, o "acabou." "a ultima vez que vejo minha prima", o peso da realidade. No caso da cachorrinha foi mais quando eu vi a língua sem cor, quando eu apertei onde estaria o coração, quando eu meio que sacudi ela, e também com aquela insistente pergunta do "o que eu vou fazer com o corpo?" porque todos estavam dormindo, e onde eu ia deixar ela?
Mas aí a noção de acabou já havia chegado, então fui, subi as escadas com ela no colo, é só bater na porta e perguntar "o que eu faço com o corpo?" hahahaha, vamos todos rir, como se eu realmente fosse conseguir a proeza de falar pela primeira vez depois disso com coerência. Aí eu bati, meu pai veio abrir a porta, acordando minha mãe que veio desesperada ver o que tinha acontecido (típico de pais acordados de madrugada) e então foi. Minha mãe ficou querendo chorar, meu pai pegou ela e levou pra seila onde, colocar num saco pra enterrar em outro lugar no dia seguinte ou seila. Minha mae queria que eu dormisse no quarto deles por causa de como eu estava, mas eu sou do tipo que precisa ficar sozinha. Fui tomar banho porque eu não gosto de morte (isso me lembra uma vez num passeio da escola que a gente ia visitar um cemitério bizantino e fiquei tipo ...., era tipo 10hrs da manha, mas com todas as atividades, a gente só ia voltar pra pousada lá pra umas 4horas da tarde, se eu fiquei morrendo, sim ou claro). Depois é ficar deitada chorando, eu simplesmente odeio a visualização de onde ela estava e de onde ela iria. Eu odeio decomposição, no sentido técnico da coisa, (só dizendo porque "blablablabla, ja pensou se decomposição não existisse blablablabla pense duas vezes blablablabla" aff). Eu quero muito ser cremada, eu não suporto a ideia de ser jogada debaixo da terra e virar alimento e arghhhhhh arghhhhhhhhh, eu odeio esse fim, odeio.
Então é, logo no começo eu até idealizei postar no blog o desenvolvimento dela e toda aquela coisa feliz, mas, oh, ops.
Perdi dois bichos esse ano, fiquei com vontade de arranjar alguém pra dar meu mini coelho e de nunca mais ter bichos. Não vou dar meu mini coelho, seria maldade.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Às vezes as coisas dão certo
Coisas como:
O ursinho de pelúcia em cima da caixa lilás
em cima do caderno
em cima do livro
em cima da mesa
O ursinho de pelúcia em cima da caixa lilás
em cima do caderno
em cima do livro
em cima da mesa
terça-feira, 17 de setembro de 2013
O tipo de livro que eu quero e gosto de ler
Porque uma resenha é desnecessária. Indicação, deixo passar. Se quiser, telefone pro livro. Se não, ótimo. A resenha, a indicação, é a capa, é o nome. Simples assim.
domingo, 18 de agosto de 2013
Um livro perfeito
Esse livro eu estava querendo ler há um tempãaaaaaaaao, mas eu achava o preço não muito agradável, etc, nunca tinha comprado mas morria de vontade.
Até que, promoções, eba eba, na minha atual cidade tem essa livraria maravilhosa chamada Escariz, eis que um dia vou nela, e na seção de promoções estava lá o bendito por um preço super lindo e fofo. Fala sério, encontrar um livro que eu quero por um preço barato é uma felicidade que seilá.. Muito bom! Enfim, óbvio óbvio óbvio que comprei. Até tirei foto do papelzinho da promoção, etc, porque sou retardada e foi algo muito feliz.
O livro? Por isso a gente acabou.
O livro é a ruptura, desapego, despejo da Min com o seu ex-namorado, Ed. A forma que ela encontra pra fazer isso é colocando todas as coisas relativas ao namoro deles dentro de uma caixa a ser entregue a ele.
Pode até soar bobo, mas nem é.
O papel do livro é aquele diferente, o que é tão legal, mas o mais legal são as ilustrações. Nossa. Nossa. Eu tenho essa coisa com livros com ilustração, da um toque tão negoçado ao livro. As ilustrações dele são, como diria minha ex-professora de artes, belíssimas. Suspiros e mais suspiros.
Eu amei a Min, aquela parte do final então, aquele desabafo perfeito que me fez super amar ela, putz. E a coisa é que a palavra "diferente" me vem a mente, mas é uma coisa meio que contraditória, mas tanto faz porque existem várias e várias formas de se ver uma palavra ou um rótulo. -Do tipo quando você tem que escrever uma redação sobre como as pessoas são diferentes e é necessário respeitar, e então depois você tem que escrever uma outra redação sobre como todos são iguais, e todo mundo é igual e etc etc etc.- -Ou então quando quem gosta de uma coisa é diferente, mas então se torna tão comum e as pessoas nem percebem, e acaba que na verdade o diferente é quem não gosta disso. Isso me irrita.-.
ENFIIIIIIIIIIM. Eu amei a Min e em alguns momentos também amei o Ted. Eles funcionavam juntos, eles tinham conversa, tinham diálogos, mas você sabe que eles acabaram e alguns momentos eu ficava tipo "miii", e eu nem sabia ainda porque, efetivamente, eles tinham acabado, e seila.
ah
ha
.. Eles não existem. Filmes antigos que não existem!!!!!!! AAAAAAAAAAAAA.
Eu achei perfeito, tá tipo super na minha visualização mental de livros preferidos. Tá num lugarzinho especial do meu coração. Blablabla, tô nem aí.
Acho que acabo por aqui. Primeiro post depois de muito tempo. Bleh. Escrita meio desleixada mesmo porque não tô nem aí.
bjsbjs.
Até que, promoções, eba eba, na minha atual cidade tem essa livraria maravilhosa chamada Escariz, eis que um dia vou nela, e na seção de promoções estava lá o bendito por um preço super lindo e fofo. Fala sério, encontrar um livro que eu quero por um preço barato é uma felicidade que seilá.. Muito bom! Enfim, óbvio óbvio óbvio que comprei. Até tirei foto do papelzinho da promoção, etc, porque sou retardada e foi algo muito feliz.
O livro? Por isso a gente acabou.
O livro é a ruptura, desapego, despejo da Min com o seu ex-namorado, Ed. A forma que ela encontra pra fazer isso é colocando todas as coisas relativas ao namoro deles dentro de uma caixa a ser entregue a ele.
This novel tells the story of Min Green and how she and Ed Slaterton met at a party, saw a movie, followed an old woman, shared a hotel room, and broke each other's hearts.
Pode até soar bobo, mas nem é.
O papel do livro é aquele diferente, o que é tão legal, mas o mais legal são as ilustrações. Nossa. Nossa. Eu tenho essa coisa com livros com ilustração, da um toque tão negoçado ao livro. As ilustrações dele são, como diria minha ex-professora de artes, belíssimas. Suspiros e mais suspiros.
Eu amei a Min, aquela parte do final então, aquele desabafo perfeito que me fez super amar ela, putz. E a coisa é que a palavra "diferente" me vem a mente, mas é uma coisa meio que contraditória, mas tanto faz porque existem várias e várias formas de se ver uma palavra ou um rótulo. -Do tipo quando você tem que escrever uma redação sobre como as pessoas são diferentes e é necessário respeitar, e então depois você tem que escrever uma outra redação sobre como todos são iguais, e todo mundo é igual e etc etc etc.- -Ou então quando quem gosta de uma coisa é diferente, mas então se torna tão comum e as pessoas nem percebem, e acaba que na verdade o diferente é quem não gosta disso. Isso me irrita.-.
ENFIIIIIIIIIIM. Eu amei a Min e em alguns momentos também amei o Ted. Eles funcionavam juntos, eles tinham conversa, tinham diálogos, mas você sabe que eles acabaram e alguns momentos eu ficava tipo "miii", e eu nem sabia ainda porque, efetivamente, eles tinham acabado, e seila.
You either have the feeling or you don't
Tem também a coisa com filmes antigos. Filmes antigos. Filmes antigos!!!! Menções a filmes antigos que fazem você querer assistir e aí você pesquisa eah
ha
.. Eles não existem. Filmes antigos que não existem!!!!!!! AAAAAAAAAAAAA.
Eu achei perfeito, tá tipo super na minha visualização mental de livros preferidos. Tá num lugarzinho especial do meu coração. Blablabla, tô nem aí.
Acho que acabo por aqui. Primeiro post depois de muito tempo. Bleh. Escrita meio desleixada mesmo porque não tô nem aí.
bjsbjs.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Músicas Aleatórias pra "Hoje"
Não precisa dizer mais nada. Só isso mesmo.
Band of Horses - Laredo
A-ha - Take on me
Dire Straits - So far away
Adios.
Band of Horses - Laredo
A-ha - Take on me
Dire Straits - So far away
Adios.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Paramore
Como só algumas pessoas sabem, Paramore já foi minha banda preferida, justamente numa dessas fases bem marcantes da adolescência e blablabla. Então estou aqui hoje para falar do novo CD deles, cujo nome é oooooooooooooooooooooooh "Paramore", yep.
Eu sou totalmente aquele tipo de pessoa que as músicas super guardam momentos, épocas e tals. Paramore é muito assim pra mim. Praticamente todas as músicas me remetem àquelas tardes quando eu era oitava série. E não que me lembrem coisas específicas ou pessoas, só trazem aquela nostalgia mesmo. E isso é tão legal. Amo isso. Enfim...
Acredito que todos sabem que a formação original de Paramore não é essa. O meu álbum preferido deles costumava ser Riot e nessa época a formação era a Hayley, Josh, Zac, Jeremy e eu acho que o Taylor também já tava aparecendo por aí. O fato é que depois de Brand new eyes, o Zac e o Josh saíram da banda, e pra mim, sinceramente, foi como se a banda tivesse acabado, eu fiquei com raivinha, porque era como se a banda se tornasse oficialmente só a voz da Hayley, como se realmente fosse tudo em torno dela. Não estou falando que isso foi realmente a verdade, sei lá, estou apenas falando o que eu achei quando aquilo aconteceu.
Por conta disso, eu fiquei com um super preconceito, achando que qualquer coisa nova que saísse ia ser bostinhas fedidas. Mas eu gostei de "Monster" e me apaixonei loucamente por "In The Mourning" e não tive nada contra "Hello Cold World" e "Renegade", músicas lançadas no "Singles Club". Mas é, atualmente eu ainda estava revoltada, não terminei de assistir o clipe de "Now" e fiquei cheia de pensamentos raivosos ao ouvir pela primeira vez "Still Into You" quando estava passando o clipe na tv. Pois é, sou idiota mesmo. Então quanto a esse novo cd eu estava totalmente "ode ode ode ode ao" (uma referência tosca a "ode ao burguês") e eu também tinha detestado a franja da Hayley. Mas mesmo assim eu fui ouvir o cd.
Já comecei gostando da primeira música, "Fast In My Car", depois dessa eu não estava prestando mais muita atenção e então começou a tocar "Hate To See Your Heart Break", fui totalmente fisgada e fiquei lá morrendo. Essa música é tão lindinha e viciante. Depois essa minha paixãozinha continuou, veio "(One of hose) Crazy Girls" que tem um ritmo ótimo e é super legal e tem uma letra maravilhosa que me lembra "Macaé" da Clarice Falcão e blablablabla. Depois também tem "Be Alone" (yeah, you should be alone, you should be alone with me), ótima, ótima, e "Future" que tem essa composição legal de conversa no começo, vocal baixinho em um ritmo constante e então ... Instrumental maravilhoso. *-*
Não é como se eu tivesse me apaixonado pelo álbum inteiro, mas eu gostei, até to gostando mais de "Still Into You" e estou totalmente reconciliada com Paramore, ainda mais com o cover deles de Matilda, música do ALT-JJJJJJJJJJJ, banda super legal e a a a a.
Então é isso. Até mais.
Eu sou totalmente aquele tipo de pessoa que as músicas super guardam momentos, épocas e tals. Paramore é muito assim pra mim. Praticamente todas as músicas me remetem àquelas tardes quando eu era oitava série. E não que me lembrem coisas específicas ou pessoas, só trazem aquela nostalgia mesmo. E isso é tão legal. Amo isso. Enfim...
Acredito que todos sabem que a formação original de Paramore não é essa. O meu álbum preferido deles costumava ser Riot e nessa época a formação era a Hayley, Josh, Zac, Jeremy e eu acho que o Taylor também já tava aparecendo por aí. O fato é que depois de Brand new eyes, o Zac e o Josh saíram da banda, e pra mim, sinceramente, foi como se a banda tivesse acabado, eu fiquei com raivinha, porque era como se a banda se tornasse oficialmente só a voz da Hayley, como se realmente fosse tudo em torno dela. Não estou falando que isso foi realmente a verdade, sei lá, estou apenas falando o que eu achei quando aquilo aconteceu.
Por conta disso, eu fiquei com um super preconceito, achando que qualquer coisa nova que saísse ia ser bostinhas fedidas. Mas eu gostei de "Monster" e me apaixonei loucamente por "In The Mourning" e não tive nada contra "Hello Cold World" e "Renegade", músicas lançadas no "Singles Club". Mas é, atualmente eu ainda estava revoltada, não terminei de assistir o clipe de "Now" e fiquei cheia de pensamentos raivosos ao ouvir pela primeira vez "Still Into You" quando estava passando o clipe na tv. Pois é, sou idiota mesmo. Então quanto a esse novo cd eu estava totalmente "ode ode ode ode ao" (uma referência tosca a "ode ao burguês") e eu também tinha detestado a franja da Hayley. Mas mesmo assim eu fui ouvir o cd.
Já comecei gostando da primeira música, "Fast In My Car", depois dessa eu não estava prestando mais muita atenção e então começou a tocar "Hate To See Your Heart Break", fui totalmente fisgada e fiquei lá morrendo. Essa música é tão lindinha e viciante. Depois essa minha paixãozinha continuou, veio "(One of hose) Crazy Girls" que tem um ritmo ótimo e é super legal e tem uma letra maravilhosa que me lembra "Macaé" da Clarice Falcão e blablablabla. Depois também tem "Be Alone" (yeah, you should be alone, you should be alone with me), ótima, ótima, e "Future" que tem essa composição legal de conversa no começo, vocal baixinho em um ritmo constante e então ... Instrumental maravilhoso. *-*
Não é como se eu tivesse me apaixonado pelo álbum inteiro, mas eu gostei, até to gostando mais de "Still Into You" e estou totalmente reconciliada com Paramore, ainda mais com o cover deles de Matilda, música do ALT-JJJJJJJJJJJ, banda super legal e a a a a.
Então é isso. Até mais.
sexta-feira, 22 de março de 2013
A Revolução dos Bichos - George Orwell
Cansados da exploração a que são submetidos pelos humanos, os animais da Granja do Solar rebelam-se contra seus donos e tomam posse da fazenda, com o objetivo de instituir um sistema cooperativo e igualitário, sob o slogan “quatro pernas bom, duas pernas ruim”. Mas não demora muito para que alguns bichos – em particular os mais inteligentes, os porcos – voltem a usufruir de privilégios, reinstituindo aos poucos um regime de opressão, agora inspirado no lema “todos os bichos são iguais, mas alguns bichos são mais iguais que outros”. A história da insurreição libertária dos animais é reescrita de modo a justificar a nova tirania, e os dissidentes desaparecem ou são silenciados à força. Instrumentalizada na época da Guerra Fria como arma anticomunista, A revolução dos bichos transcende os marcos históricos da ditadura stalinista que a inspirou e resplandece hoje, passados mais de sessenta anos de seu surgimento, como uma das mais extraordinárias fábulas sobre o poder que a literatura já produziu.
Devido ao fato de que estou em férias super prolongadas enquanto minhas aulas na universidade não começam, ter esse contato com a história, mesmo que por analogia, foi muito legal. Até porque essa parte da história geral é a que eu mais gosto, era a que mais dava vontade de prestar atenção. (Ha! Não foi assim agora no último ano, eu não prestava atenção em tipo naaaadddaaaa, por incrível que pareça gostei muito mais de história do Brasil, isso claro, por causa da professora. Aula de história geral era aula de ler, conversar ou se lamentar mesmo). Meu sonho era terminar logo o colégio, mas eu já sinto falta, principalmente das aulas de história, geografia e literatura. Ter contato com essas coisas é muito bom pra cabecinha.
Li o livro numa tarde mesmo, mas porque é, tive problemas. Digo, o livro é bom, eu gostei, o problema era o que eu estava esperando dos acontecimentos. Eu tenho sérios problemas com ignorância, dificuldade de enxergar, entender, etc. São coisas que me irritam muito, seja em filme, livro, situação real, qualquer coisa. Não é que eu saia por aí querendo matar as pessoas que não entendem as coisas, é só que me da aquela ansiedade, aquela coisa angustiante...... Então eu estava simplesmente tentando acabar logo o livro porque eu não estava mais aguentando. Dava até vontade de chorar. A medida que eu lia, eu esperava algum acontecimento, e esperar isso muda totalmente a sua leitura, porque o que vem, na verdade, é uma conclusão.
Não estou reclamando do final, nem um pouco. A culpa é do meu cérebro que lê com uma expectativa estabelecida. Tá, a culpa também é do posfácio que me fazia acreditar que o livro era maior, de que o fim não estava próximo.. ):
Deu pra perceber que os meus problemas com o livro foram idiotas e pessoais. Portanto, pelo livro, a leitura é mais do que recomendada. É interessante como o livro foi visto de formas tão opostas no decorrer do tempo. É também muito bom ver porque algumas ideias aparentemente boas, no final não dão certo. Poder poder poder poder. Ver como as coisas são manipuladas, ideias são desviadas e pessoas (no caso, bichos) são enganadas.
Fico por aqui, beijos e até a próxima.
Março - Animais protagonistas
quarta-feira, 20 de março de 2013
A Casa dos Macacos - Sara Gruen
Isabel Duncan, cientista do laboratório de Linguagem de Grandes Primatas, não compreende as pessoas. Mas sabe tudo sobre macacos. Principalmente os bonobos Sam, Bonzo, Lola, Mbongo, Jelani e Makena. Integrantes de uma das espécies mais próximas da humana, são capazes de raciocinar e de se comunicar na linguagem americana de sinais. Isabel se sente ainda mais à vontade com eles do que jamais se sentiu com sua própria espécie. Até que conhece o repórter John Thigpen, que apura uma matéria sobre defensores dos direitos dos animais. Quando uma explosão atinge o laboratório, a reportagem, a mais importante da carreira do jornalista, passa a ser centrada em Isabel. E ela se vê obrigada a interagir com sues semelhantes para salvar sua família primata de uma nova forma de exploração: um reality show estrelado pelos bonobos desaparecidos se torna o maior — e o mais improvável — fenômeno da mídia moderna.
O livro é da mesma autora de Água para elefantes, sucesso literário que teve sua adaptação estrelada por Robert Pattinson e Reese Witherspoon, que por sinal eu assisti mas não li.
Eu nunca tinha ouvido falar desse livro, estava em uma outra cidade, entrei numa papelaria que tinha alguns livros vendendo e me deparei com ele. A capa é muito linda, de certa forma é chamativa e diferente (é bem mais bonita pessoalmente). A sinopse no fundo do livro é bem "pobre", não da muito detalhe e a estória até parece ser meio chata, são os comentários a respeito dele que me deram vontade de comprar (e o preço também era muito convidativo, risos).
A leitura é agradável, é leve, você simplesmente vai lendo. Não vá confiando no que tem escrito na orelha do livro (talvez haja uma outra edição, não sei), eu achei muito sem noção, eu lia já esperando por certas coisas, mas depois nada...
O bom é que o foco não fica só em uma única coisa, várias coisas acontecem, coisas aleatórias que de certa influenciam no final, etc.
Eu gostei bastante, da pra ler rapidinho. Não tenho muito o que dizer, acredito que principalmente porque eu estou com muita fome e preciso de comida urgentemente, o que talvez implique que eu terei que sair da minha casinha pra pegar ônibus, delicinha!
Março - Animais protagonistas
Tchau, até a próxima.
Think about it
Já imaginou viver em uma sociedade em que todos fossem lindos, perfeitos, maravilhosos e vivessem nas mesmas condições? Seria a solução de vários problemas, não é? Não teria bullying, não teriam problemas de autoestima, exclusão, etc. E quanto a tudo que você tivesse que fazer fosse se divertir? Perfeitos e sem responsabilidade? Só tem que esperar pra completar 16 anos e ganhar do governo uma operação plástica! Sociedade magnífica, não? Não.
É nesse mundo que a Tally vive, ela está prestes a completar 16 anos e finalmente deixar de ser feia e se tornar perfeita. É nesse contexto que ela conhece Shay, uma garota que faz aniversário no mesmo dia que ela, portanto elas se tornariam perfeitas juntas. Enquanto Tally está imensamente ansiosa pra que isso aconteça, Shay não está nem um pouco, o motivo disso é um lugar chamado Fumaça, os feios que fogem para lá retiram seus sustentos da natureza e, claro, ficam feios para sempre. Tally acha isso maluquice, mas quando Shay desaparece, um grupo chamado Circunstâncias Espaciais lhe propõe ficar feia para sempre ou trair sua amiga levando eles até a Fumaça.
Eu gostei muito do livro, no começo ele é meio parado mas não tive problemas com isso. Quando chegou o final eu fiquei louca pra ler a continuação, Perfeitos, que eu por sinal finalmente comprei, mas ainda não sei quando começarei a devorar freneticamente...
E quem nunca tinha assistido? Eu.
Eu gostei tanto desse filme que eu cheguei a fazer o tipo de declaração totalmente pergiosa: "virou meu filme preferido". É simplesmente fantástico, gostei dele por vários e vários motivos.
O contexto, como devem saber, é de um governo totalitário. Ou seja, a abordagem distópica é mais direta, não é como em Feios. A semelhança é aquela meio que de sempre, governos que tentam passar aquela imagem que se importam com as pessoas e que elas estão em segurança, mesmo que não tenham liberdade, então depois nem se percebe que já não há mais liberdade. Liberdade de pensamento ou liberdade de expressão, hmmm.
Não vou discutir sobre nada aqui, é bom exercer a cabecinha. Distopias, eeeeeeeee.
Então, galerinha, as aparências enganam e a situação de Feios eu considero pior. Descubram porquê. Muahahaha
Tchau, até a próxima.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Marley e Eu - John Grogan
Acredito que quase todo mundo ao menos já assistiu o filme e sabe da história. Bom, é sobre um casal recém-casado que pra testar suas capacidades de cuidar de um filho, resolvem criar um cachorro. Poderia ser algo bem simples se o pequeno labrador escolhido não fosse o Marley, um cãozinho louco que apronta muito muito muito, mas que também é extremamente leal e que teve um imenso valor na vida daquela família em ascensão.
Foi o primeiro livro de uma história real que eu li, e eu gostei bastante desse primeiro contato. É uma experiência legal, sinceridades e realidades dão um toque totalmente diferente a um livro. Eu gostei bastante de ver a vida de alguém assim um pouco mais de perto, a leitura fica mais interessante ao pensar que aquelas pessoas são reais e que aquelas coisas aconteceram de verdade (e em muitas partes eu fiquei tipo morrendo de vergonha alheia). Com isso não estou desvalorizando a ficção, não mesmo, até porque foi o que sempre tive contato.
Já saber o inevitável em histórias de cachorro e ter assistido o filme, fizeram com que logo no começo, com qualquer coisinha, eu ficasse com um pouquinho de vontade de chorar. Eu tenho um certo problema com sofrimentos iminentes, então lá para os acontecimentos do final do livro, eu comecei a ficar um pouco impaciente "se eu tenho que sofrer com isso, então que seja logo" e então depois eu queria que o livro acabasse logo. E também por volta do final, eu estava tendo problemas com algumas coisas, do tipo, é a vida real colocada num livro, mas a vida real não é puramente um livro. Quando as coisas vão passar assim pro papel algumas coisas "a mais" surgem, afinal é um livro. Eu não sei se essa minha neurose se justificou neste caso, mas não tem muito problema.... Eu gostei do livro, de verdade.
Além de ser um livro ótimo em geral, acredito que ele é muito bom principalmente pra quem é recém-casado, tá com um novo cachorro, pretende ter filhos, etc. O livro com certeza não é direcionado apenas a esses casos, eu não me encontro em nenhum deles e eu gostei bastante do livro e dessas partes.
Minha recomendação não é completamente entusiasta, é mais sutil. Gostei do livro, sim, me fez chorar, nele meu sofrimento foi mais "real", mas acredito que prefiro o filme.
Até a próxima
Março - Animais protagonistas
Foi o primeiro livro de uma história real que eu li, e eu gostei bastante desse primeiro contato. É uma experiência legal, sinceridades e realidades dão um toque totalmente diferente a um livro. Eu gostei bastante de ver a vida de alguém assim um pouco mais de perto, a leitura fica mais interessante ao pensar que aquelas pessoas são reais e que aquelas coisas aconteceram de verdade (e em muitas partes eu fiquei tipo morrendo de vergonha alheia). Com isso não estou desvalorizando a ficção, não mesmo, até porque foi o que sempre tive contato.
Já saber o inevitável em histórias de cachorro e ter assistido o filme, fizeram com que logo no começo, com qualquer coisinha, eu ficasse com um pouquinho de vontade de chorar. Eu tenho um certo problema com sofrimentos iminentes, então lá para os acontecimentos do final do livro, eu comecei a ficar um pouco impaciente "se eu tenho que sofrer com isso, então que seja logo" e então depois eu queria que o livro acabasse logo. E também por volta do final, eu estava tendo problemas com algumas coisas, do tipo, é a vida real colocada num livro, mas a vida real não é puramente um livro. Quando as coisas vão passar assim pro papel algumas coisas "a mais" surgem, afinal é um livro. Eu não sei se essa minha neurose se justificou neste caso, mas não tem muito problema.... Eu gostei do livro, de verdade.
Além de ser um livro ótimo em geral, acredito que ele é muito bom principalmente pra quem é recém-casado, tá com um novo cachorro, pretende ter filhos, etc. O livro com certeza não é direcionado apenas a esses casos, eu não me encontro em nenhum deles e eu gostei bastante do livro e dessas partes.
Minha recomendação não é completamente entusiasta, é mais sutil. Gostei do livro, sim, me fez chorar, nele meu sofrimento foi mais "real", mas acredito que prefiro o filme.
Na vida de um cão, era comum as paredes terem a pintura arranhada, as almofadas se abrirem e tapetes rasgarem. Como qualquer relacionamento, este tinha seu preço. E acabamos aceitando este preço em troca da alegria, diversão, proteção e companheirismo que ele nos proporcionava. Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto à porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo seu rosto?- Marley e Eu
Até a próxima
Março - Animais protagonistas
terça-feira, 5 de março de 2013
Never let me go
Sinopse: Ruth (Keira Knightley), Tommy (Andrew Garfield) e Kathy (Carey Mulligan) cresceram juntos em um internato cheio de disciplinas rígidas nas questões da alimentação e na manutenção do corpo saudável. Criados, praticamente, sem contato com o mundo exterior na misteriosa escola, os três sempre foram muito unidos, mas uma revelação surpreendente sobre doação de órgãos e o objetivo de suas vidas pode mudar o rumo da história. Ainda mais pelo clima de romance entre Ruth (Keira) e Tommy (Andrew) incomodar cada vez mais Kathy (Carey).
Fonte: Adorocinema
Eu já havia assistido esse filme há mais de um mês atrás, mas agora a pouco estava aqui sendo levada por uma música linda que faz parte da trilha sonora dele. Não me abandone jamais é a adaptação do livro de mesmo título escrito por Kazuo Ishiguro (ele nasceu em Nagazaki, wow) publicado aqui pela Companhia das Letras eeeeeeeeeeee... É uma distopia. Distopias, yeah.
O filme tem aquele ar melancólico devido às filmagens, os cenários e tudo mais. É ótimo pra assistir naquela tristezinha de um dia externamente ou internamente chuvoso... Essa capa até parece meio tosca, acho que eu não confiaria nessa capa, assisti sem ter visto, então tudo bem.
Por motivos retardados, eu gostei bastante do começo, de quando eles ainda eram crianças. MUITO FOFOS. A garotinha que faz a Kathy pequena é incrivelmente parecida com a Carey Mulligan, que faz ela maior (já a conhecia de A abadia de Northanger) e eu ficava comentando isso quase toda hora. A garotinha é muuuito fofinha, juntamente com o garotinho que interpreta o Tommy pequeno, tão lindinho a ponto de você olhar meio torto pra aquele espetacular homem-aranha do Andrew Garfield (O QUE ELE QUER COM O NOME DO GARFIELD?). Já a Ruth... Humm... Não é muito bonitinha, mas isso é mais por conta das minhas primeiras impressões certas sobre ela, não impressões erradas do tipo as ditas pela pessoa que estava ao meu ladooo....... Falando dos atores, também encontramos outra que já atuou em alguma adaptação de livros da Jane Austen, a Keira Knightley, que na verdade já havia contracenado com a Carey em Orgulho e Preconceito.
Não gostei inteiramente do filme, algumas coisas nele não me agradaram do tipo certas ações de alguns personagens. Blé, fazer o que? O fato é que não fiquei com vontade de ler o livro, mesmo que a capa dele seja legal, melhor que a do filme e "atraente"..
A capa:
E quanto à música lindíssima, aqui está:
Há uma música citada no filme que no caso seria essa, mas na verdade ela é fictícia e até mesmo tem um tema diferente da existente no filme. A música é muito linda e eu não li o livro, então não é algo que eu vá me importar...
Espero que gostem desse clima magnífico da música.
Beijos e até a próxima.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Como Treinar Seu Dragão - Cressida Cowell
Sinopse: Conheça Soluço Spantosicus Strondus III: a Grande Esperança e o Herdeiro da Tribo dos Hooligans Cabeludos - mas um garoto sem qualquer talento para liderar. "Como Treinar o seu Dragão" conta a tumultuada jornada de Soluço em sua iniciação como um legítimo guerreiro viking: junto com os outros garotos da tribo, ele precisa domesticar e treinar o dragão mais feroz e assustador que for capaz de capturar. Em vez disso, Soluço acaba com o menor dragão que já se viu - e, para piorar, o animal é teimoso, impossível de ser adestrado e completamente banguela. Começa aí a aventura do mais encantador e improvável dos heróis e de seu dragão muito mal-educado.
Inteiramente ilustrado, com muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, "Como Treinar o seu Dragão" é o primeiro livro de uma série que é sucesso mundial, que inspirou o filme de animação cotado como uma das estreias mais importantes deste ano.
Primeiramente eu deveria super falar que, nossa, o flme é totalmente diferente do livro, eu tenho quase toda certeza que fui alertada disso, mas mesmo assim foi algo bem "!!!". Isso na verdade deve ser um fato super conhecido já que é totalmente óbvio na sinopse, a questão é que eu não sou uma pessoa muito chegada a ler esses trecos quando eu realmente vou ler um livro, quando ele tá ali ao meu alcance, na minha "filinha". Eu geralmente só leio a sinopse quando se trata de uma resenha, de um livro que alguém que conheço esteja carregando, ou de uma ida à livraria.
Eu amei a forma como o livro é escrito, é interessante e divertida, a estória é legal e pra completar tem ilustrações! Amo ilustrações, aumenta muito o meu gosto pelo livro, como em Querido Diário Otário ou em O Pequeno Príncipe.
Inteiramente ilustrado, com muita ação e o tipo de humor que arranca gargalhadas até dos mais carrancudos, "Como Treinar o seu Dragão" é o primeiro livro de uma série que é sucesso mundial, que inspirou o filme de animação cotado como uma das estreias mais importantes deste ano.
(não é "deste ano", mas enfim)
Primeiramente eu deveria super falar que, nossa, o flme é totalmente diferente do livro, eu tenho quase toda certeza que fui alertada disso, mas mesmo assim foi algo bem "!!!". Isso na verdade deve ser um fato super conhecido já que é totalmente óbvio na sinopse, a questão é que eu não sou uma pessoa muito chegada a ler esses trecos quando eu realmente vou ler um livro, quando ele tá ali ao meu alcance, na minha "filinha". Eu geralmente só leio a sinopse quando se trata de uma resenha, de um livro que alguém que conheço esteja carregando, ou de uma ida à livraria.
Eu amei a forma como o livro é escrito, é interessante e divertida, a estória é legal e pra completar tem ilustrações! Amo ilustrações, aumenta muito o meu gosto pelo livro, como em Querido Diário Otário ou em O Pequeno Príncipe.
O livro é ótimo pra descontrair, leitura leve e gostosa. Também super recomendo o filme, é muito lindo, acho que até chorei e mesmo gostando muito da sua estória, o livro é melhor em certos aspectos, ele aparenta ter mais superação, embora seja necessário assumir que no filme também há muita superação em um outro aspecto, em um ângulo voltado mais na mudança que houve na sociedade, etc.
"Resenha" curtinha, eu sei. É que esse não é exatamente um livro pra sair por aí resenhando, é mais um livro pra pegar e ler mesmo, já que é aquele tipo de literatura que é difícil não gostar. Bom, tem gente pra tudo na vida, mas mesmo assim, vale a pena ler pra descontrair e se encantar um pouquinho.
Beijos, e até a próxima. (:
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Fofos e estranhos
Que tal alguns bichinhos esquisitinhos e fofinhos pra alegrar o dia?
Dragão Azul
O nome dele não é exatamente esse, mas dragão azul soa muito melhor. Ele é muito fofiinho, lembra o Stitch e é bem perigosinho. Seria muito legal ter um bicho desses em um aquário ao lado da cama. A beleza dele depende do ângulo, fui ver um vídeo e quase me arrependo, não queira ver ele se mexendo, é nojento e feio, blé.
Peixe Cofre
Awwwn, que coisinha linda e amarela, biquinho, biquinho, biquinho *u* *o* :* Antissocial e é mais bonitinho visto assim de frente.
Hedgehog
Ou hedge ou ouriço pgimeu africano. Awwwwwn, que coisinha mais linda e fofa. Tudo bem que ele não é estranho mas acredito que aqui no Brasil ele é bem incomum como bicho de estimação. Quero um, grr!!!!
E por último...
Jerboa
O queridinho!! Tão fofinho e esquisitinho. (:
Até a próxima.
Dragão Azul
O nome dele não é exatamente esse, mas dragão azul soa muito melhor. Ele é muito fofiinho, lembra o Stitch e é bem perigosinho. Seria muito legal ter um bicho desses em um aquário ao lado da cama. A beleza dele depende do ângulo, fui ver um vídeo e quase me arrependo, não queira ver ele se mexendo, é nojento e feio, blé.
Peixe Cofre
Awwwn, que coisinha linda e amarela, biquinho, biquinho, biquinho *u* *o* :* Antissocial e é mais bonitinho visto assim de frente.
Hedgehog
Ou hedge ou ouriço pgimeu africano. Awwwwwn, que coisinha mais linda e fofa. Tudo bem que ele não é estranho mas acredito que aqui no Brasil ele é bem incomum como bicho de estimação. Quero um, grr!!!!
E por último...
Jerboa
O queridinho!! Tão fofinho e esquisitinho. (:
Até a próxima.
O Restaurante no Fim do Universo - Douglas Adams
Sinopse: O que você pretende fazer quando chegar ao Restaurante do Fim do Universo? Devorar o suculento bife de um boi que se oferece como jantar ou apenas se embriagar com a poderosa Dinamite Pangaláctica, assistindo de camarote ao momento em que tudo se acaba numa explosão fatal? A continuação das incríveis aventuras de Arthur Dent e seus quatro amigos através da galáxia começa a bordo da nave Coração de Ouro, rumo ao restaurante mais próximo. Mal sabem eles que farão uma viagem no tempo, cujo desfecho será simplesmente incrível. O segundo livro da série de Douglas Adams, que começou com o surpreendente "O Guia do Mochileiro das Galáxias", mostra os cinco amigos vivendo as mais inesperadas confusões numa história cheia de sátira, ironia e bom humor. Com seu estilo inteligente e sagaz, Douglas Adams prende o leitor a cada página numa maravilhosa aventura de ficção científica combinada ao mais fino humor britânico, que conquistou fãs no mundo inteiro. Uma verdadeira viagem, em qualquer um dos mais improváveis sentidos.O que eu poderia escrever em uma resenha sobre esse tipo de livro?
"HAHAHAHAHAAA, KAKAK, QUE BRILHANTE, HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, HAAAAAM... HUM.. HAHAHAHA. MARVIN *-* HAHAHA"
É... Melhor nao..
Este é o segundo livro da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, é um desses livros super engraçados cheios de coisas irônicas que fazem você ficar tipo "ahá! hahaha" e que também (se você é uma pessoa retardada que precisa fazer uma resenha) fazem você fazer comentários super retardados a respeito dele.
O livro é muito divertido assim como o primeiro, o problema é que algumas vezes eu fiquei entediada (eu acho que o problema fui eu, talvez eu não estivesse muito no clima desse tipo de livro) e meus olhos até ficaram saltando algumas palavras, sendo que eu tenho a mania de ler palavrinha por palavrinha (acho que não fez muito sentido isso que eu disse). O tédio não era muito marcante e contínuo, era só durante uns dois parágrafos, mas o suficiente para que eu ficasse tipo T_T.. Algumas horas fiquei muito irritada com o que tava acontecendo, com os diálogos, com a ignorância irritante de certos personagens, mas então vem aquilo "duh, é isso que é a raça humana. Deal with it."
Eu gostei muito do restaurante no fim do universo, eu dei muita risada, fiquei lá super me divertindo, mas, mesmo assim, prefiro o primeiro livro. Pois é. E por falar nisso, eu gostei do filme, sim, assisti antes de ler o livro, talvez tenha sido por isso, mas é, super amei.
Enquanto eu lia o primeiro livro eu fiquei super admirada por tanta gente gostar, porque é LEGAL DEMAIS. As pessoas em geral são muito chatas (calminha, eu reconheço que também sou, óbvio), e eu já vi muitas dessas pessoas chatas com toalhas no dia da toalha, surpreendente! Muito suspeito também... O fato é que eu não tive esses pensamentos enquanto eu lia o restaurante )= não que ele tenha sido chato, não mesmo, é só que: seilá.
Ah, eu amo o Marvin.
Enfim, eu gostei do livro, mas nem tanto, acabou meio de repente, alguma hora terei que arranjar o próximo. Cadê o Japa pra me dar de presente? uuuuh.
O tema desse mês é livros pra rir, hohoho, to muito propensa a isso!! -n. Vou continuar com a série Hush Hush e então depois leio mais alguns livrinhos risonhos. (:
Beijos e até a próxima.
Fevereiro - Livros que nos façam rir
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Crescendo - Becca Fitzpatrick
Sinopse: A vida de Nora Grey ainda está longe de ser perfeita. Sofrer uma tentativa de assassinato não foi a melhor das experiências, mas, pelo menos, Nora ganhou um anjo da guarda: Patch, que de angelical não tem absolutamente nada. Ele é lindo, irresistível, misterioso... e está com ela. O problema é que ele tem sido cada vez mais evasivo, e, o pior: parece muito interessado na grande inimiga de Nora, Marcie Millar.
Não fosse isso, Nora jamais teria notado Scott Parnell, velho amigo da família que acaba de voltar para a cidade. Ainda que Scott a deixe furiosa na maior parte do tempo, é impossível não se sentir atraída. Lá no fundo, porém, ela tem certeza de que ele guarda um segredo. Atormentada por repetidas visões do pai, inexplicavelmente assassinado anos antes, Nora começa se perguntar se haveria alguma conexão entre a morte dele e o fato de pertencerem a uma linhagem de nefilins. Ela quer descobrir o que realmente aconteceu, mas isso é muito arriscado. Algumas verdades ficam melhor mortas e enterradas — do contrário, podem destruir tudo em que você acredita.
Eu nem planejava ler este livro pro Desafio Literário, mas peguei ele pra ler às 11horas da noite e só larguei há menos de 10 minutos, dia já amanheceu, passarinhos cantando e blábláblá. Só pra constar eu não li o livro inteiro nesse período, eu já tinha lindo alguns capítulos, acho que é de extrema utilidade dizer que EU SOU MUITO LERDA PARA LER, SOU SOU, SOU MESMO.
Eu já havia lido o primeiro livro da série, Hush Hush, há mais de um ano atrás, acho que eu fiquei com preguiça de ler a continuação ou pensei que nunca leria, então eu cometi a lindeza de pedir spoilers à minha amiguinha louquinha que já está láaa entrando na sua vida universitária, enquanto eu estou aqui nessa linda indecisão e prestes a me matricular amanhã mesmo em uma ooutra universidade. Os danos não foram tão graves, teve uma coisa muuuito importante que eu tinha esquecido, mas quanto ao que eu de fato lembrava, eu ficava me questionando na minha retardadice solitária "Ohh, como eu estaria vendo essa situação aqui? Ahh, eu acho que eu teria desconfiado. Será? Blábláblá", nada muito grave...
No começo da leitura eu não estava muito interessada, estava até mesmo tentando maneiras de ler mais rápido, mas essas coisas podem me levar a crises existencias (tá, é exagero, um pouco) o que não seria muito legal. Diversas vezes eu me irritei com a Nora, do tipo "burrinha, burrinha" e também com essa linda insistência dela em se encontrar sozinha, perseguida, etc. Ah, e também tem quando a gente reconhece alguma coisa nossa no personagem, chato é quando é uma coisa irritante, do tipo essa mania de insistir em certas coisas e ficar catando coisas pra sofrer. Mas mesmo às vezes me irritando, a Nora é legal, sim. Fiquei com muuuita pena dela em algumas partes, do tipo "tadinha, tadinha".. (Esse "tadinha" na verdade me fez lembrar um pouco da Katnis.. Okay..)
Quanto aos outros personagens... Eu não sou louca pelo Patch, não sei, convivi muito pouco com ele. Eu acho a melhor amiga da Nora, a Vee, suuuuuuuper legal, super me divirto com o jeito que ela fala na minha cabeça. E eu fiquei com peninha do Scott várias vezes.
Muitas vezes fiquei irritada com o livro, mas lá pro final eu já estava super louca e pirada (de uma forma boa), foi uma coisa muito divertida nessa minha madrugada, me irritei mas gostei, foi muito legal e revelador e eu preciso logo ler o próximo que eu nem sei o nome, mas que está aqui em casa porque a mãe da pessoa querida me emprestou. *-*
Então é isso, de 5 estrelinhas, o livro ganhou 4, êee.
Até mais!
Janeiro - Tema livre (2º livro)
Não fosse isso, Nora jamais teria notado Scott Parnell, velho amigo da família que acaba de voltar para a cidade. Ainda que Scott a deixe furiosa na maior parte do tempo, é impossível não se sentir atraída. Lá no fundo, porém, ela tem certeza de que ele guarda um segredo. Atormentada por repetidas visões do pai, inexplicavelmente assassinado anos antes, Nora começa se perguntar se haveria alguma conexão entre a morte dele e o fato de pertencerem a uma linhagem de nefilins. Ela quer descobrir o que realmente aconteceu, mas isso é muito arriscado. Algumas verdades ficam melhor mortas e enterradas — do contrário, podem destruir tudo em que você acredita.
Eu nem planejava ler este livro pro Desafio Literário, mas peguei ele pra ler às 11horas da noite e só larguei há menos de 10 minutos, dia já amanheceu, passarinhos cantando e blábláblá. Só pra constar eu não li o livro inteiro nesse período, eu já tinha lindo alguns capítulos, acho que é de extrema utilidade dizer que EU SOU MUITO LERDA PARA LER, SOU SOU, SOU MESMO.
Eu já havia lido o primeiro livro da série, Hush Hush, há mais de um ano atrás, acho que eu fiquei com preguiça de ler a continuação ou pensei que nunca leria, então eu cometi a lindeza de pedir spoilers à minha amiguinha louquinha que já está láaa entrando na sua vida universitária, enquanto eu estou aqui nessa linda indecisão e prestes a me matricular amanhã mesmo em uma ooutra universidade. Os danos não foram tão graves, teve uma coisa muuuito importante que eu tinha esquecido, mas quanto ao que eu de fato lembrava, eu ficava me questionando na minha retardadice solitária "Ohh, como eu estaria vendo essa situação aqui? Ahh, eu acho que eu teria desconfiado. Será? Blábláblá", nada muito grave...
No começo da leitura eu não estava muito interessada, estava até mesmo tentando maneiras de ler mais rápido, mas essas coisas podem me levar a crises existencias (tá, é exagero, um pouco) o que não seria muito legal. Diversas vezes eu me irritei com a Nora, do tipo "burrinha, burrinha" e também com essa linda insistência dela em se encontrar sozinha, perseguida, etc. Ah, e também tem quando a gente reconhece alguma coisa nossa no personagem, chato é quando é uma coisa irritante, do tipo essa mania de insistir em certas coisas e ficar catando coisas pra sofrer. Mas mesmo às vezes me irritando, a Nora é legal, sim. Fiquei com muuuita pena dela em algumas partes, do tipo "tadinha, tadinha".. (Esse "tadinha" na verdade me fez lembrar um pouco da Katnis.. Okay..)
Quanto aos outros personagens... Eu não sou louca pelo Patch, não sei, convivi muito pouco com ele. Eu acho a melhor amiga da Nora, a Vee, suuuuuuuper legal, super me divirto com o jeito que ela fala na minha cabeça. E eu fiquei com peninha do Scott várias vezes.
Muitas vezes fiquei irritada com o livro, mas lá pro final eu já estava super louca e pirada (de uma forma boa), foi uma coisa muito divertida nessa minha madrugada, me irritei mas gostei, foi muito legal e revelador e eu preciso logo ler o próximo que eu nem sei o nome, mas que está aqui em casa porque a mãe da pessoa querida me emprestou. *-*
Então é isso, de 5 estrelinhas, o livro ganhou 4, êee.
Até mais!
Janeiro - Tema livre (2º livro)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
A culpa é das estrelas - John Green

Bom, eu já li esse livro há algum tempo (agosto do ano passado), mas navegando por aqui, vi que o livro já completou um ano de lançamento, então pensei que seria conveniente postar algo a respeito...
A culpa é das estrelas pode muito bem ter sido o meu livro preferido de 2012, mas prefiro não dizer isso, li livros muito, muito legais ano passado então não irei nomear nenhum. Na verdade ele merece certo destaque por ter sido o livro que me fez chorar mais, eu chorei sem parar durante 56 páginas inteiras e um pouquinho mais depois do livro ter terminado. É, sou exagerada mesmo. Depois de ler eu fiquei com uma sensação enorme de vazio, como se eu tivesse perdido um filho, ou virado órfã, não sei, só sei que eu me senti muito solta e negoçada, é, negoçada. Okay, minhas descrições são ótimas, fala sério.
O livro é tipo muito bom e diferente, acredito que foi o primeiro que eu li onde um homem faz a voz feminina, e John Green até que se saiu bem, eu não sentia como se fosse um homem escrevendo tudo aquilo, ali é tipo a Hazel, uma ceeerta pessoa que eu conheço teve certos problemas com isso, bom, eu não. O livro trata de algumas coisas com muita sinceridade, principalmente sobre o câncer e outras coisas, eu super me apaixonei pelas sinceridades do livro, tem algumas muito tristes que às vezes me levam a certos mimimis existenciais e etc...
(Hazel e Gus)
O livro é um doce, muito bom e eu amei. Super recomendo, obviamente. É um desses livros que muitas vezes me causam vontade de reler algumas partes aleatórias e ficar lá saboreando.
Tenho vontade de ler algum outro livro do John Green, em Março a Intrínseca vai lançar mais uma obra dele, "Teorema de Katherine", a outra obra, "Quem é você, Alasca?", foi publicada por uma outra editora, Martins Fontes.
Então é isso, Don't Forget To Be Awesome eee até a próxima!
Músicas - Janeiro
Uma simples seleção das músicas que mais ouvi neste mês =D
EU VOU TIRAR VOCÊ DESSE LUGAAAAAAR, EU VOU LEVAR VOCÊ PRA FICAR COMIGOOO.
Síi, a música não é do Los Hermanos (é do Odair José), síi, é muito antiga e síi, é sobre uma prostituta.
Blábláblá, fiquei viciada viciadinha nessa música.
Los Hermanos de novo, tá, eu sei.. Eu amo muito essa música, eu fico com ela na cabeça quase todo dia, 4 era o CD que eu menos conhecia do LH então eu pensei que seria o menos legal, mas não não.. Eu gosto muitinho desse CD, como todos os outros dos hermanos, né.. Fazer o que..
- LOS HERMANOS - EU VOU TIRAR VOCÊ DESSE LUGAR
Síi, a música não é do Los Hermanos (é do Odair José), síi, é muito antiga e síi, é sobre uma prostituta.
- LED ZEPPELIN - MISTY MOUNTAIN HOP
Blábláblá, fiquei viciada viciadinha nessa música.
- SÓLEY - I'LL DROWN
Acho que a convivência com certas pessoas me fez sair por aí ouvindo músicas aleatórias pelo youtube, então, através dessas minhas andanças, fiquei viciadinha nessa música. E essa mulher é da Islândia.. Oh.. *-*
- LOS HERMANOS - PRIMEIRO ANDAR
Los Hermanos de novo, tá, eu sei.. Eu amo muito essa música, eu fico com ela na cabeça quase todo dia, 4 era o CD que eu menos conhecia do LH então eu pensei que seria o menos legal, mas não não.. Eu gosto muitinho desse CD, como todos os outros dos hermanos, né.. Fazer o que..
- LED ZEPPELIN - D'YER MAK'ER
Uma dessas músicas que a gente conhece não sabe de onde e nem sabe de quem é. E não, isso não é devido a música do Sean Kingston, quando eu ouvi a música dele eu fiquei com aquela sensação de que conhecia alguuma coisa ali.
O que será do nosso amor?
Essa música chegou há pouco tempo no meu Janeiro, no último domingo pra ser precisa, um dia depois de uma pessoa muito, muito especial pra mim ir pra beem longe de mim.. Eu tenho um carinho muito grande por algumas músicas da Tiê, são músicas tão lindas e fofas.. Essa por exemplo.. Ahhh..
.
.
.
E pra completar não será apenas uma música, são 109, juntinhas em um CD que uma certa pessoa fez para mim, e que também apareceu bem recentemente, encontrei ele sábado "por acaso" na minha gavetinha. Uma das melhores coisas que já ganhei, e de objeto, é a coisa mais importante que tenho agora. Tantas músicas legais, especiais, etc. Traz muita saudade mas também traz consolo, então tudo bem, acho que é possível levar a vida assim e devagar.
Então é isso, espero que alguém aleatório goste de pelo menos alguma música daqui que não conhecia e sei lá.
Até a próxima.
- TIÊ - MAPA MUNDI
Essa música chegou há pouco tempo no meu Janeiro, no último domingo pra ser precisa, um dia depois de uma pessoa muito, muito especial pra mim ir pra beem longe de mim.. Eu tenho um carinho muito grande por algumas músicas da Tiê, são músicas tão lindas e fofas.. Essa por exemplo.. Ahhh..
.
.
.
E pra completar não será apenas uma música, são 109, juntinhas em um CD que uma certa pessoa fez para mim, e que também apareceu bem recentemente, encontrei ele sábado "por acaso" na minha gavetinha. Uma das melhores coisas que já ganhei, e de objeto, é a coisa mais importante que tenho agora. Tantas músicas legais, especiais, etc. Traz muita saudade mas também traz consolo, então tudo bem, acho que é possível levar a vida assim e devagar.
Então é isso, espero que alguém aleatório goste de pelo menos alguma música daqui que não conhecia e sei lá.
Até a próxima.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
A mulher do viajante no tempo - Audrey Niffenegger
Sinopse: Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação.
Capa linda, né? A primeira vez que me deparei com esse livro foi em 2010, uma colega minha tinha levado um exemplar lá pra sala, fiquei encantadinha com a capa e por conta disso fiquei interessada no livro. Algum tempo depois assisti ao filme baseado na obra chamado "Te amarei para sempre", (a atriz que faz a Clare também fez um filme chamado "Para sempre" então eu geralmente ando por aí confundindo (e também surge a música do Kid Abelha "te amo pra sempre, te amo demais, até daqui a pouco, até nunca mais nararara.." que tem um clipe bem bizarrinho, etc....................)) o filme até que é legal, na época eu gostei mas preciso re-assistir após ter lido para poder saber realmente.
O título do livro é "a mulher do viajante do tempo" mas na verdade o foco não é a Clare ou o modo como ela vê as coisas, o livro se alterna entre o ponto de vista dela e do Henry, isso torna a leitura mais fácil e interessante, enquanto a narração é trocada, há sempre a indicação das respectivas idades deles, isso é extremamente útil e necessário já que a estória está sempre em movimento pelo tempo, mas não de uma forma cansativa e chata, de uma forma natural já que há uma "ordem" que não deixa o leitor se perder.
Pelo fato do livro ter essa coisa de viagem no tempo, é muito interessante ver a forma como os personagens mudam no decorrer dele, muita coisa acontece, o livro não fica parado e então você realmente acompanha a vida da Clare e do Henry. O livro é mais detalhado que o filme, óh, grande novidade, mas o fato é que o livro não foi apenas "resumido", tem muita coisa que ficou de fora, coisas "importantes" que fazem com que ele não fique apenas com aquele ar de romancezinho, no livro há mais dificuldade e realidade, mas okay, nada contra o filme, sério.
A Audrey até que narra bem como homem, tem toques de pensamentos bem masculinos, pensando agora fiquei me perguntando se ela é lésbica ou bissexual, não fiquei questionando isso durante a leitura, então isso não me tirou o foco. Ela é artista plástica (a Clare também) e tem um site com algumas de suas obras, tem umas bizarrinhas, é legal, acho que vale a pena conferir >>> http://audreyniffenegger.com/gallery
O livro não me fez chorar, mas isso não foi um problema, a falta de choro foi necessária, ele tem momentos bem tristes e tiveram horas que eu via aquela capa como inadequada, não sei, alegre demais talvez. Mas eu gostei, muito muito, foi um dos livros que eu ganhei de natal de uma pessoa MUITO MUITO ESPECIAL e é também o primeiro livro do Desafio Literário.
Então é, recomendo!
Até a próxima, Tchaaaaaaaaaaaau (como não lembrar de Teletubbies? Chorando eternamente)
Capa linda, né? A primeira vez que me deparei com esse livro foi em 2010, uma colega minha tinha levado um exemplar lá pra sala, fiquei encantadinha com a capa e por conta disso fiquei interessada no livro. Algum tempo depois assisti ao filme baseado na obra chamado "Te amarei para sempre", (a atriz que faz a Clare também fez um filme chamado "Para sempre" então eu geralmente ando por aí confundindo (e também surge a música do Kid Abelha "te amo pra sempre, te amo demais, até daqui a pouco, até nunca mais nararara.." que tem um clipe bem bizarrinho, etc....................)) o filme até que é legal, na época eu gostei mas preciso re-assistir após ter lido para poder saber realmente.
O título do livro é "a mulher do viajante do tempo" mas na verdade o foco não é a Clare ou o modo como ela vê as coisas, o livro se alterna entre o ponto de vista dela e do Henry, isso torna a leitura mais fácil e interessante, enquanto a narração é trocada, há sempre a indicação das respectivas idades deles, isso é extremamente útil e necessário já que a estória está sempre em movimento pelo tempo, mas não de uma forma cansativa e chata, de uma forma natural já que há uma "ordem" que não deixa o leitor se perder.
Pelo fato do livro ter essa coisa de viagem no tempo, é muito interessante ver a forma como os personagens mudam no decorrer dele, muita coisa acontece, o livro não fica parado e então você realmente acompanha a vida da Clare e do Henry. O livro é mais detalhado que o filme, óh, grande novidade, mas o fato é que o livro não foi apenas "resumido", tem muita coisa que ficou de fora, coisas "importantes" que fazem com que ele não fique apenas com aquele ar de romancezinho, no livro há mais dificuldade e realidade, mas okay, nada contra o filme, sério.
A Audrey até que narra bem como homem, tem toques de pensamentos bem masculinos, pensando agora fiquei me perguntando se ela é lésbica ou bissexual, não fiquei questionando isso durante a leitura, então isso não me tirou o foco. Ela é artista plástica (a Clare também) e tem um site com algumas de suas obras, tem umas bizarrinhas, é legal, acho que vale a pena conferir >>> http://audreyniffenegger.com/gallery
O livro não me fez chorar, mas isso não foi um problema, a falta de choro foi necessária, ele tem momentos bem tristes e tiveram horas que eu via aquela capa como inadequada, não sei, alegre demais talvez. Mas eu gostei, muito muito, foi um dos livros que eu ganhei de natal de uma pessoa MUITO MUITO ESPECIAL e é também o primeiro livro do Desafio Literário.
Então é, recomendo!
Até a próxima, Tchaaaaaaaaaaaau (como não lembrar de Teletubbies? Chorando eternamente)
Janeiro: Tema livre
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